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Novos protocolos de imagem propõem redução do uso do gadolínio no acompanhamento de pacientes com Esclerose Múltipla (EM)

Uma novidade pode chegar em breve para os pacientes portadores de esclerose múltipla (EM). Uma vez que podem ser rotineiros os exames de ressonância nuclear magnética (RM) nesta população, e, hoje, em geral, o padrão é a utilização de altas doses de agentes de contraste à base de gadolínio (GBCAs) durante os exames, um protocolo mais recente promete reduzir significativamente seu uso, de forma

Utilidade do contraste em lesões novas ou com crescimento na Esclerose Múltipla (EM): seu uso ainda é necessário?

Lesões na Esclerose Múltipla (EM) são caracterizadas por áreas focais de alto sinal em T2 nas imagens de ressonância magnética (MRI). Ao se identificar uma nova lesão ou aumento de uma lesão já conhecida, mesmo que subclínica, isto significa atividade da doença. Assim, acompanhamento com MRI é considerado fundamental em pacientes com EM. Estudos anteriores, feitos há mais de 20 anos e com aparelhos